Com aprovação do novo Marco Civil da Internet, redes sociais e organizações devem conhecer as novas regras que protegem informações dos usuários para não incorrer em erros na coleta de informações pessoais, sem consentimento de seus clientes. A manipulação indevida pode trazer problemas na Justiça....
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terça-feira, 27 de maio de 2014
Coleta de dado pessoal para Big Data pode levar empresas à Justiça - COMPUTERWORLD
terça-feira, 6 de maio de 2014
Analytics: negócio deve vir antes da TI - IT WEB
Bem antes de pensar em investir em uma ferramenta, as empresas devem focar em encontrar pessoas com a capacidade analítica necessária para extrair inteligência dos dados. Essa é lição compartilhada pelos CIOs da Anhanguera Educacional, Mondelez e Banco Volkswagen, que participaram na quinta-feira (01) do debate do IT Forum Debate sobre Analytics, durante o IT Forum 2014...
.Analytics: negócio deve vir antes da TI - IT WEB
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Atalhos de teclado no Qlikview
A maioria dos
programas possuem atalhos de teclado para facilitarem a vida dos
desenvolvedores, hoje vou relacionar os atalhos do Qlikview.
Atalhos Comuns
CRTL + N – Criar um arquivo novo
CRTL + S – Salvar o arquivo
CRTL + O – Abrir arquivo
CRTL + P – Imprimir
Atalhos Específicos do Qlikview
CRTL + SHIFT + O – Abrir arquivo no servidor
CRTL + E – Abrir editor de script
CRTL + K + C – Comentar a linha selecionada (somente no
editor de script)
CRTL + K + U – Descomentar a linha selecionada (somente no
editor de script)
CRTL + Q + Q – Incluir script teste (somente no editor de
script)
CRTL + R – Executar script
CRTL + SHIFT + R – Executar recarga parcial
CRTL + T – Visualizar as Tabelas
CRTL + A – Selecionar todos os objetos da pasta
CRTL + SHIFT + S – Exibir ou ocultar objetos ocultos
CRTL + SHIFT +M – Alterar configuração de segurança do
módulo
CRTL + Q – Exibir seleções atuais
CRTL + L – Travar campo
CRTL + SHIFT + L – Travar todos os campos
CRTL + U – Destravar campo
CRTL + SHIFT + U – Destravar todos os campos
CRTL + D – Limpar campo
CRTL + SHIFT + D – Limpar todos os campos
CRTL + ALT + U – Preferencias do usuário
CRTL + ALT +D – configurações do documento
CRTL + ALT + S – Propriedades da pasta
CRTL + ALT + V – Visão geral das variáveis
CRTL + ALT + E – Visão geral das expressões
CRTL + B – Incluir Marcador
CRTL + SHIFT + B Editar marcadores
CRTL + M – Editar módulo
CRTL + ALT + A – Editar Alertas
Com exceção dos comandos CRTL + SHIFT + S e CTRL + SHIFT + M, todos os outros possuem instrução no menu ou botão específico na barra de ferramentas.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Porque o BI Lidera a Preferência das Empresas Brasileiras?
Com o surgimento dos bancos de dados
relacionais, dos PC’s e das interfaces gráficas como o Windows, aliados ao
aumento da complexidade dos negócios, as empresas buscavam maior rapidez e uma
maior flexibilidade de análise. Para atender a esta necessidade tornava-se
necessário extrair e integrar dados de múltiplas fontes, fazer uso da
experiência, analisar dados contextualizados, trabalhar com hipóteses e
procurar relações de causa e efeito transformando estes registros obtidos em
informação útil para o conhecimento empresarial.
Uma das ferramentas de Gestão do Conhecimento
que é capaz de suprir algumas dessas necessidades é o BI.
Segundo
o site (COMPUTERWORLD, 2011), Cada vez mais empresas enxergam que para se
destacar no segmento de atuação e ampliar a competitividade, precisam agilizar
as tomadas de decisão. Tanto é que, segundo o Gartner, BI e Business Analytics (BA) fazem parte da lista das dez
tendências tecnológicas que estarão em destaque em 2012.
Recente
pesquisa da consultoria Applied
Scientific Methods (ASM) constatou que, para este ano haverá crescimento em
utilização e investimentos em soluções de BI
no Brasil. O estudo, encomendado pela Visia
Solutions, desenvolvedora de sistemas empresariais, foi aplicado em 73
empresas brasileiras com mais de 250 colaboradores.
Soluções
de BI são usadas por 64% das participantes
e nesse universo, as funções mais utilizadas são query e reporting,
presentes em 84%. Outras funções que também possuem alto nível de utilização
são data warehouse, presente em 74%, e dashboarding,
em 73%.
Ferramentas
com funções de data mining e budgeting, e planning e forecasting são as menos
usadas entre as empresas participantes, presentes em 45% e 58% das companhias,
respectivamente conforme site (COMPUTERWORLD, 2011).
Entre as vantagens do BI, podemos
destacar a descoberta de problemas que não eram de conhecimento dos gestores e
a identificação de novas oportunidades de crescimento. Outra vantagem é que o
aumento do nível de conhecimento enriquece as discussões de negócio, pois na
medida em que as informações se acumulam, as práticas gerenciais se aprimoram,
levando os negócios para uma melhoria nos seus resultados. Ao explorar dados
históricos de seus sistemas de gestão e bancos de dados, os tomadores de
decisões se tornam capazes de fazer suas tarefas de forma mais assertiva. Isto
garante vantagem estratégica para as empresas que aprenderam a usar os seus
dados para entender as demandas e necessidades de seus clientes, detectar
tendências e avaliar melhor economias e mercados. Outra vantagem do BI é que em meio ao grande volume de
dados armazenados pelas empresas, sua utilização facilita a descoberta de
relações entre os dados, gerando informações que realçam a vantagem
competitiva.
A necessidade de organizar as
informações para a intersecção de dados relacionais é fundamental no momento em
que são exigidos velocidade e desempenho. Para os gestores, é impossível
trabalhar apenas com os relatórios gerenciais "prontos", disponíveis
em seus sistemas, pois não refletem a dinâmica dos negócios. Portanto,
desenvolver seus próprios relatórios é, sem sombra de dúvida, um grande
diferencial do BI.
Os sistemas de BI permitem que os gestores e os profissionais de cada área acessem
as informações disponíveis e façam seus próprios relatórios gerenciais, já que
são detentores de conhecimento específico da área em que atuam e conseguem
enxergar tendências mais facilmente.
Outra característica do BI é que além de não exigir uma
implementação muito longa e complexa, traz uma percepção de resultados
extremamente rápida.
Diversos benefícios oriundos da
utilização do BI pelas organizações podem
ser citados e dentre eles destacamos alguns:
·
Velocidade
na análise de informações sempre que as organizações percebem mudanças de
tendências;
·
Cruzamento
de dados específicos para análises;
·
Maleabilidade
das informações que podem ser tratadas;
·
Visualização
de gráficos, cubos e dashboards que facilitam o entendimento dos dados
expressos nos relatórios gerenciais;
·
Geração
de informações consistentes para análises gerenciais e processos decisórios;
·
Utilização
da ferramenta pelos próprios gestores das áreas, sem grandes demandas para a
área de Tecnologia da Informação (TI);
·
Rápido
retorno sobre o investimento (ROI);
·
Melhoria
nos processos de geração de informações (cadastros, movimentações, entradas,
saídas etc.), a partir de relatórios extraídos pelo BI;
·
Mudança
de comportamento dos gestores, que deixam de ser reativos e tornam-se
proativos.
sábado, 19 de abril de 2014
BI Como Ferramenta de Gestão Estratégica
Por volta de 1996 surgiu o conceito de
BI pela mão do Gartner Research Group[1].
Este conceito estava já presente nas empresas e era concretizado através de
diferentes sistemas dependendo da época que analisarmos. Todavia, com a
evolução das Tecnologias e Sistemas de Informação e com as visíveis mudanças
nas organizações surgiu o conceito de Executive
Information Systems. Estes vieram melhorar a qualidade da gestão
estratégica nas organizações através das novas tecnologias e diversas técnicas
para extração, transformação, processamento e apresentação de dados. O
propósito destes sistemas seria de certa forma, ajudar os gestores na tomada de
decisão estratégica e fornecer informação em tempo real.
O conceito de BI, de acordo com Carlos Barbieri (2001), pode ser entendido como a
utilização de variadas fontes de informação para se definir estratégias de
competitividade nos negócios de uma empresa.
(O’BRIEN, 2001) considera que sistemas
de informações para aplicações gerenciais combinam os trabalhos teóricos: de
ciência da computação, ciência da administração e pesquisa operacional com uma
orientação prática para construção de sistemas e aplicações. Ainda, o autor
ressalta a adoção de questões de comportamento levantadas pela sociologia,
economia e psicologia. Portanto, o conceito de BI em síntese, passa pelo
desafio da disponibilização de ferramentas e dados, para que o nível gerencial
de uma organização possa detectar tendências e tomar decisões eficientes no
tempo correto. Conforme o autor conhecimento e informação estão se tornando a
base para novos serviços e produtos. A gestão estratégia e a tecnologia da
informação, bem como as pessoas e os processos, são inevitavelmente
pressupostos indissociáveis para uma gestão moderna e efetiva.
(PORTER, 1999) mostra que a vantagem
competitiva de uma organização está na maneira com a qual ela se defende das
forças que governam a competição em um setor. O BI gera painéis customizáveis para ações das áreas estratégica e
tática das empresas, os painéis com gráficos, indicadores e cubos específicos,
podem ser disponibilizados na web aos usuários, o que significa acesso às
informações de qualquer lugar e a qualquer momento. Com dados precisos, o
gestor pode tomar decisões que aumentam a produtividade e reduzem os custos na
corporação. Os parâmetros que o BI disponibiliza geralmente são modelados para
que os gerentes e executivos tenham uma visão ampla do negócio, com
visualização intuitiva e oportuna dos dados estratégicos, financeiros e operacionais.
Além do fornecimento de painéis de
gerenciamento, o BI também
disponibiliza indicadores que medem o desempenho dos processos e o êxito das
estratégias. Indicadores de rentabilidade, margem de contribuição, turn over e
faturamento por colaborador podem ser implementados. Um sistema de BI, como já referido, é um conjunto de
métodos e ou programas que tem relevância no suporte à tomada de decisão. Estes
sistemas integram um conjunto de ferramentas e tecnologias, normalmente
utilizadas para extrair, integrar, analisar e disponibilizar informação com
qualidade, de forma a apoiar os gestores das organizações no processo de tomada
de decisão. Na maioria das vezes em que as empresas optam pela utilização de
sistemas de BI esta opção tem-se
mostrado uma escolha eficaz sempre que se pretenda disponibilizar informação e
suportar a tomada de decisão nos níveis estratégicos e táticos.
Porter desenvolveu no seu best-seller, Competitive Advantage o conceito de vantagem
competitiva onde procura mostrar a forma como uma organização pode determinar e
sustentar o seu sucesso competitivo através da estratégia escolhida e seguida
por ela. Segundo Porter, dois são os tipos básicos de vantagem competitiva: a
liderança no custo e a diferenciação ambos definem em conjunto com o âmbito
competitivo os diferentes tipos de estratégias genéricas. O instrumento básico
para definir a vantagem competitiva é descrito por Porter como cadeia de
valores. Através da cadeia de valores a organização identifica com mais
facilidade as fontes de vantagem competitiva, devido à sua divisão em
atividades básicas (serviço e comercialização, produção, desenvolvimento e
investigação).
terça-feira, 8 de abril de 2014
Nas empresas brasileiras existe relação entre BI e estratégia empresarial?
A grande maioria das empresas já há algum tempo
percebeu que o conhecimento de seus funcionários é um dos seus mais valiosos ativos,
porém em grande parte delas esses ativos muitas vezes não são trabalhados e ficam
presos ao conhecimento tácito de seus empregados. Visando transformar o conhecimento
tácito intrínseco dos funcionários em conhecimento explícito e, desta forma, torná-lo
disponível para toda a organização e fácil de compartilhar e difundir, o uso de
ferramentas de gestão do conhecimento é imprescindível. Estas ferramentas ultrapassam
os limites da administração de dados e de informações, elas fazem com que as organizações
gerenciem processos de conhecimento e possibilitem a geração de conhecimento de
forma mais apurada, rápida, codificada e padronizada. Todavia, como qualquer outro tipo de ferramenta, estas foram construídas para facilitar o trabalho do homem e aumentar a sua capacidade de produção. As ferramentas de Gestão do Conhecimento nem sempre são baseadas em sistemas de computador, porém as mais usadas atualmente tem a sua essência na tecnologia, a fim de utilizar grande capacidade de evolução aliada ao dinamismo e impacto organizacional que elas oferecem. Dentre as diversas utilidades da informação disponibilizada pelos sistemas está o suporte à tomada de decisão nos níveis organizacionais táticos e estratégicos.
Dentro desta perspectiva, Business Intelligence é a denominação que se dá ao conjunto de ferramentas que manipula uma massa de dados operacional e extrai informação empresarial capaz de dar suporte aos processos decisórios táticos e estratégicos de forma a permitir a obtenção e manutenção de vantagens competitivas pela organização. Cada vez mais os chamados ativos intangíveis se mostram como fonte de inovação e geração de novos pilares de valor no ambiente de competição das empresas. Neste cenário, o BI tem recebido continuamente mais atenção das organizações. Elas têm buscado entender seu significado, encontrar melhores formas de utilização e criar mecanismos de gestão que lhes permita, em última instância, resultados positivos no desempenho da empresa. É possível constatar que o conhecimento é parte essencial na constituição dos ativos intangíveis, sem o qual não é possível se falar, por exemplo, em inovação, competência organizacional e humana.
Constata-se também que o BI é uma ferramenta importante para a gestão de conhecimento melhorando os resultados com o aumento do desempenho. Diante desta constatação surge a seguinte questão: nas empresas brasileiras existe relação entre BI e estratégia empresarial? Para o entendimento da importância da gestão do conhecimento para as empresas nos próximos posts será traçado o panorama da gestão do conhecimento, uma breve explicação sobre a evolução dos modelos de gestão chegando à definição de quais são os rumos da gestão do conhecimento na atualidade, a fim de se explicar o seu relacionamento com a estratégia competitiva a ser adotada pelas empresas. Em seguida utilizando o embasamento de alguns autores, bem como pesquisa realizada pela Applied Scientific Methods (ASM) surge a resposta proposta para a segunda pergunta: por que o BI lidera preferência de pequenas empresas no Brasil?
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